Sagaranagens de Artur Rimbaud o Traficante de Escravas Brancas


04/11/2006


Escrito por artur rimbaud às 18h18
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Sentidos (Adrenalina Engarrafada)

 

O que escrevo não passa
     de um amontoado de    l
                                       e
                                       t
                                       r
                                       a
                                       s
                                       sobrepostas
refletem um estado de alma,
                        - sem calma-
São pinturas em telas imaginárias
desabafos grafados em tinta visível
e sentimentos invisíveis.


Um total desassossego
 p
   e
     r
      c
       o
         r
          r
           e
minhas alamedas despovoadas,
   Cantigas desafinadas perdidas
      no
            v
              ã
                o
                    da memória.
Fronteiras no tempo, rituais,
                     m
                     e
                     d
                     o,
influências, gritos opacos.


A
d
r
e
n
a
l
i
n
a engarrafada
         no silêncio ocular engolido a seco,
no dia anterior ao caos.

 

São dores
              e dores ao reverso,
                                    talvez sejam
                                      energias libertárias e nada mais!

 

Andréa Motta
23-24/05/05

 

Escrito por artur rimbaud às 18h16
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30/10/2006


Uma noite sem você

joão linhares

gravada por rita ribeiro

 

uma estrela brilha na brecha da noite

clareando o calabouço de minh´alma

no escuro e sem você

eu perco a calma

hora amarga que me encharca

em teu açoite

a paixão me esquartejando com sua foice

e a garganta vomitando um grito rouco

chamei tanto que eu quase fico louco

quis mostrar um pouco do meu sentimento

que uma noite sem você é muito tempo

e uma vida com você é muito pouco

 

a saudade incendiando a madrugada

no silêncio queima a chama da alegria

inda lembro de você naquele dia

me beijando, me dizendo que me amava

te amei tanto que eu não imaginava

que sozinho ficaria triste e oco

quando o mundo me chamava estava mouco

galopando no vagão do pensamento

que uma noite sem você é muito tempo

e uma vida com você é muito pouco

 

http://almadepoeta.com/fulinaima.htm

 

Escrito por artur rimbaud às 15h01
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