Sagaranagens de Artur Rimbaud o Traficante de Escravas Brancas


19/10/2006


roberta cainelli e maria pompeu - dois amores de mi vida

Escrito por artur rimbaud às 20h47
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O Poeta mente que nem sente.
Passa sempre rente a um ente
inexistente, que ele completa
eternamente com o poder da mente
desse mesmo ente ausente
que inexplicavelmente lhe completa
e faz poeta.

 

Mauro Aguiar

Escrito por artur rimbaud às 20h45
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18/10/2006



Vida vista da porta

A porta se abre diante de mim
E as aparências enganam novamente
Um sol colorido aquece a pele fria
E acaba a minha agonia
Em seu lugar visto poesia
Dos momentos vívidos de amor pleno
E nada me impede a caminhada
Atravesso a porta
Porta que se abriu
Me abriu o coração sereno
Estou farta de tanto veneno
Contido em sentimentos brutos
Estou farta de um conjunto
Dos fatos atordoados onde me vejo
Morrendo
Abro a porta dos olhos
Busco a luz
Vaga-lumes piscando em noite densa e escura
E o dia termina
Parece uma sina
Talvez eu durma numa esquina
.

 

Sônia Macedo

Escrito por artur rimbaud às 01h06
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17/10/2006


artur gomes -com  lindas alunas do colégio medianeira - bento gonçalves-rs

Escrito por artur rimbaud às 18h10
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De poetas e poemas:

Nu poético

Rasgue a carne do poema
deixa nu o poeta
revele-o (esse pseudo-herói) por trás do tema
desconstrua o poema
torna-o cinzas
esconda o alvo
da flecha
fecha os olhos
pro místico
pro mítico
não delire
a lira é fetiche
trapiche da ilusão
acorde pra outros acordes
rasgue a carne do poeta
deixa nu o poema


Paulo Ednilson

Escrito por artur rimbaud às 18h09
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