Sagaranagens de Artur Rimbaud o Traficante de Escravas Brancas


17/09/2006


Sagarânica 3

 

não vejo hoje com os mesmos olhos de ontem. as lembranças que ficaram já se foram e o que não foi jamais será o mesmo. mesmo se eu quisesse agora. bestas humanas se calam diante do perigo e se escondem dentro dos palácios. já convivi com uma ali em são cristóvão na cavalaria quando fui soldado e rasguei bandeiras e depois com outras na terra prometida entre as bananeiras e aqui agora diante dessas outras que se dizem flores pelas laranjeiras.

 

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Escrito por artur rimbaud às 14h27
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