Sagaranagens de Artur Rimbaud o Traficante de Escravas Brancas


05/07/2006


como você falaria este poema?:

 

com licença do drummond

 

no meio do caminho tem um Quintana

tem um Quintana no meio do caminho

no meio do caminho tem um Quintana

tem um Quintana no meio do caminho

no meio do caminho tem um Quintana

 

jamais me esquecerei desses acontecimentos

na vida das minhas retinas tão fatigadas

jamais me esquecerei

que no meio do caminho tem um Quintana

tem um Quintana no meio do caminho

no meio do caminho tem um Quintana

 

artur gomes

http://arturgomes.zip.net

http://tropicanalice.zip.net

http://sagaranagens.zip.net

Os Caminhos de Quintana

Congresso Brasileiro de Poesia

Bento Gonçalves-RS 2 a 7 outubro 2006

informações: adebach@gmail.com

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1864412

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4899090

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5674810

 

 

 

 

Escrito por artur rimbaud às 15h14
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Escrito por artur rimbaud às 15h13
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03/07/2006


lenise marques

 

Poema

O grilo procura
no escuro
o mais puro diamante perdido.

O grilo
com as suas frágeis britadeiras de vidro
perfura

as implacáveis solidões noturnas.

E se o que tanto busca só existe
em tua límpida loucura

- que importa? -

isso
exatamente isso
é o teu diamante mais puro!

Mário Quintana

Escrito por artur rimbaud às 15h53
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Carne Proibida

 

o preço atual

proíbe que me coma

mas pra ti estou de graça

pra ti não tenho preço

 

sou eu quem me ofereço

a ti: músculo e osso

leva-me à boca

e completa o teu almoço

 

artur gomes

in fulinaíma sax blues poesia

www.fulinaima.com.br

http://arturgomes.zip.net

http://balckbilly.blogspot.com

 

Escrito por artur rimbaud às 15h46
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As Nuvens

As Nuvens são cabelos
crescendo como rios;
são os gestos brancos
da cantora muda;

são estátuas em vôo
à beira de um mar,
a flora e a fauna leves
de países de vento;

são o olho pintado escorrendo imóvel;
a mulher que se debruça
nas varandas do sono;

são a morte (a espera da)
atrás dos olhos fechados;
a medicina, branca!
nossos dias brancos.

João Cabral

Escrito por artur rimbaud às 15h26
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